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Campanha Ivan Valente vai às ruas dialogar com a população
São poucos os candidatos que têm coragem de sair às ruas e dialogar com a população olho no olho. Ivan Valente é um deles. Desde o início da campanha eleitoral, Ivan Valente está todos os dias nas ruas, em locais diferentes da cidade e no interior do estado, apresentando suas propostas e afirmando a importância da continuidade das lutas feitas pelo seu mandato. Esta semana, o candidato esteve no centro da cidade, na zona oeste e em santa cruz (confira a agenda semanal da campanha).
Candidato ficha limpa de verdade, ele não ter vergonha de mostrar a cara e contar a sua história. Pelo contrário. Faz questão de prestar contas de sua gestão no Congresso Nacional. Se isso não fosse tão raro, o cenário político certamente estaria diferente – e estaríamos vendo mais candidatos frente a frente com seus eleitores.
A receptividade nas ruas tem sido grande. Todos os dias são diversas manifestações de apoio, de cidadãos e categorias profissionais que acompanham o trabalho e o compromisso de Ivan Valente com os interesses do povo.
É por isso que professores, servidores públicos, trabalhadores do Judiciário, auditores fiscais, ambientalistas, aposentados, movimentos de defesa da reforma agrária, do direito à saúde, pela democratização dos meios de comunicação, entre tantos outros, já declararam apoio à candidatura Ivan Valente 5050. Entendem que um mandato como este é necessário na Câmara dos Deputados. E por isso se engajam na reeleição de Ivan Valente.
Participe você também!
Por que sou candidato
Companheiro (a),
Você está satisfeito com as longas e humilhantes filas de atendimento hospitalar? Com a falta de qualidade da educação pública, onde professores recebem salários miseráveis, pais sofrem com o baixo aprendizado de seus filhos e estudantes são vítimas de um sistema que não investe no ensino? Com a violência urbana tratada como um fenômeno natural, ignorando a imensa desigualdade social de nosso país? Com os lucros bilionários dos banqueiros, enquanto o povo precisa se contentar com políticas compensatórias?
Somente em 2009, R$ 380 bilhões foram gastos com o pagamento de juros e amortizações da dívida pública – 36% de todo o orçamento da União. Enquanto isso, foram destinados menos de 3% para educação, menos de 5% para saúde e menos de 0,1% para a reforma agrária. A dívida se tornou um verdadeiro nó da política econômica brasileira, uma enorme sangria de recursos, nunca quantificada no sofrimento de milhões de brasileiros.
Aqueles que acham que desse jeito está bom, não se mexem pra mudar nada. Nosso mandato, no entanto, entende que o Brasil pode ser uma nação que elimine as desigualdades sociais e distribua renda para o bem estar de seu povo. Que todo brasileiro tem direito a moradia e salário digno. Que educação e saúde são deveres do Estado e direitos do cidadão. Que emprego e aposentadoria devem ser garantidos para que haja justiça social. Por isso, sempre combatemos a concentração de terra, renda, riqueza e poder. Só assim o Brasil muda de verdade e muda para melhor.
Este sempre foi o objetivo de nosso mandato, que tornou-se referência política e fez diferença no Congresso Nacional e nos movimentos sociais pela defesa intransigente do interesse público e da soberania nacional. Sempre estivemos presentes e apoiamos a luta dos trabalhadores do campo e da cidade.
Como líder do PSOL na Câmara, criamos a Frente Parlamentar pelo Fim do Voto Secreto; combatemos a política econômica neoliberal dos governos de FHC e Lula, enfrentando a crise e os ataques aos trabalhadores; apoiamos o combate ao imperialismo e a defesa da democracia na América Latina; propusemos a criação da CPI da dívida pública e defendemos sua auditoria integral. Na Comissão que discutiu o Código Florestal, combatemos o agronegócio em nome da proteção do meio ambiente. Sem falar nos diversos projetos apresentados em prol da educação pública de qualidade, como o Plano Nacional de Educação, do meio ambiente, da saúde, dos direitos do consumidor, ciência e tecnologia e democratização dos meios de comunicação.
Fomos um dos primeiros a assinar e ir às ruas pela aprovação do projeto Ficha Limpa, pois acreditamos que é possível fazer política com ética e transparência e não se render ao poder econômico, que financia campanhas eleitorais milionárias e mais tarde cobra seu preço alto. Nossa campanha sempre foi feita com o trabalho voluntário e generoso de gente consciente, como você, que concorda com o nosso projeto.
Esta é uma luta que queremos continuar. Assim, colocamos nosso nome à disposição para um novo mandato de deputado federal. No Congresso Nacional, queremos continuar sendo uma voz em defesa da ética na política, de mudanças reais e de dignidade para o povo brasileiro. Este é o nosso compromisso.
Obrigado por sua atenção e confiança.
Um forte abraço,
Ivan Valente
Corpo a corpo na festa de aniversário de São Caetano do Sul
Corpo a corpo na festa de aniversário de São Caetano do Sul
Igreja do Bairro Fundação
Campanha Ivan Valente 5050 nas ruas!
A luta pelo Ficha Limpa
Ivan Valente defende votação imediata do projeto Ficha Limpa e o financiamento público de campanha
Ivan Valente defende decisão do TSE contra doações ocultas nas campanhas eleitorais
Convenção Nacional do PSOL oficializa candidatura de Plínio Arruda Sampaio à Presidência
O PSOL oficializou nesta quarta-feira (30/06) o nome de Plínio de Arruda Sampaio para a disputa presidencial de 2010. O auditório da Assembléia Legislativa de São Paulo, onde aconteceu a Convenção Nacional do partido, ficou pequeno para todos os militantes e apoiadores de Plínio.
Entre eles, Dom Tomás Balduíno, bispo emérito de Goiás; Heloísa Fernandes; socióloga e filha de Florestan Fernandes; o geógrafo Aziz Ab’Saber; o cineasta Silvio Tendler; o filósofo Paulo Arantes e o sociólogo Chico de Oliveira; além de toda a bancada parlamentar federal do PSOL, de lideranças partidárias de todas as regiões do país e lutadores dos movimentos sociais do campo e da cidade. Dom Cappio, bispo da Barra (BA), que fez greve de fome em defesa do Rio São Francisco, enviou uma mensagem declarando apoio. Vieram também saudações de Leandro Konder e Carlos Nelson Coutinho.
“Ninguém está aqui à toa. Todos têm um sonho e eu agradeço por ser o portador dele”, disse Plínio. O candidato destacou a resistência dos brasileiros, afirmando que ela já dura mais de 500 anos. “Nosso povo é oprimido, mas nunca aceitou a opressão, sempre houve resistência”, afirmou, destacando que o PSOL nasceu para fazer a reconstrução da esperança, que o PT representava, mas que se perdeu pelo caminho. “O PSOL, herdeiro dessas lutas e dessas experiências partidárias, e’ a tentativa de reconstrução da esperança”, afirmou.
“Estamos em outro contexto, diferente da época em que o PT surgiu. Estamos diante de uma sociedade contente, conformadas com o capitalismo, que acha que muito mais do que isso não pode melhorar”, avaliou. Por isso, para Plínio, as eleições de 2010 serão tão duras quanto a travessia de um deserto. “Não esperemos facilidade e sucesso imediato. Nossa conquista será a da consciência de dever cumprido”, alertou.
Plínio reafirmou seu compromisso com o socialismo e fez questão de colocar que sua candidatura é do PSOL e que fará a campanha em conjunto com o partido. “Unidos vamos restabelecer e liberar essa esperança e esse sonho que o brasileiro quer colocar para fora!”, acredita.
História e compromisso
Na avaliação do deputado federal Ivan Valente, Plínio é um companheiro capaz de defender o projeto do PSOL com brilhantismo. “Tem história, compromisso e pode, mesmo com a censura da imprensa, furar o bloqueio e fazer uma campanha pra cima, pra rua, pra apresentar um projeto alternativo”, declarou.
Para Valente, líder da bancada do partido na Câmara Federal, o PSOL é fundamental no processo eleitoral porque ataca questões chave da conjuntura. “Foi o caso da CPI da dívida pública. Ninguém acreditava na proposta. Conseguimos convocar, instalar e fizemos um relatório paralelo, com 800 páginas, que agora está no Ministério Público Federal. Também participamos ativamente da aprovação do Projeto Ficha Limpa, que abriu espaço para um debate importante sobre o financiamento público de campanha, que corrompe eleições e detona a igualdade na disputa. Na CCJ [Comissão de Constituição e Justiça da Câmara], foi aprovado o projeto do PSOL do imposto sobre as grandes fortunas, para os ricos pagarem impostos. Não é qualquer partido que defende essas e outras bandeiras, como reforma agrária, democratização dos meios de comunicação, direitos sociais, aumento para os aposentados, fim do fator previdenciário, jornada de 40 horas. O PSOL esteve sempre nessas lutas. E Plínio representa isso. As grandes candidaturas são a mesmice”, afirmou.
O deputado Chico Alencar concordou: “O que se vê no imaginário brasileiro é a polarização dos semelhantes. É a reafirmação de que nada pode mudar. Todos querem ser continuadores do governo atual, mas é preciso dizer que nada está bem numa sociedade em que dois de cada três brasileiros que nascem não terão uma vida digna”.
“Um país com as riquezas que temos no Brasil, com a quantidade de terras, não pode e não deve manter seus filhos nessa situação de violência e miséria em que estamos. E foi por isso que todos que acreditam no socialismo estão aqui. Nossa luta é para afirmar o protagonismo do povo na transformação do país”, acrescentou o senador José Nery. “A tarefa é dura, mas quando foi fácil para os socialistas?”, questionou. “Se formos capazes de traduzir no dia a dia para cada pessoa as idéias e o programa do PSOL, temos certeza de que chegaremos a outubro com um resultado extraordinário.”
Para o deputado estadual Raul Marcelo, “será um orgulho contar com o Plínio para transpor o bloqueio não apenas da mídia mas dos laços de solidariedade com os 30% que estão abaixo d dignidade, para que possamos marchar junto com eles rumo ao socialismo.”
Manifestações de apoio
Dom Tomás Balduíno
“Vivemos de uma caminhada longa, mas que se frustrou. Mas as pessoas estão aí ainda, a espera de uma alternativa. Este é um momento único. Plínio lembra o pequeno Davi na luta contra o gigante Golias.”
Aziz Ab’Saber
“Plínio sempre foi uma pessoa equilibrada, que sente as coisas. Pensa no Brasil, em todos. Além de tudo, Plínio é o único que gosta da universidade. Estou muito contente de estar aqui hoje. “
Waldemar Rossi
“Plínio é teimoso por natureza. Através dele que comecei a perceber que sou classe e como classe tenho que ser protagonista da mudança. Que as pessoas compreendam que o problema não é conjuntural, mas estrutural. Se o mundo não se estruturar, a miséria e a barbárie seguirão. E se há alguém que pode nos ajudar a mostrar que este modelo não serve esta pessoa é o Plínio. Parabenizo o PSOL pela perseverança e escolha, e faremos de tudo para que Plínio tenha espaço para levar nossa mensagem e recuperar a esperança do nosso sonho”.
Silvio Tendler
“Encontrei uma possibilidade de fazer do meu voto uma utopia. Também estou desencantado com eleições, mas estou feliz porque vou votar na possibilidade de mudanças, de realização de sonhos”.
Heloísa Fernandes
“Se meu pai estivesse vivo estaria aqui com Plinio Presidente, socialista que são ambos.”
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Convenção Nacional do PSOL oficializa nesta quarta-feira candidatura de Plínio à Presidência
Na próxima quarta-feira, dia 30 de junho, toda a militância do PSOL está convocada a participar da Convenção Eleitoral Nacional do partido, que ocorre na capital paulista. Na ocasião será lançada oficialmente a candidatura de Plínio Arruda Sampaio para a Presidência da República pela legenda. O evento acontece das 9h às 13h, na Assembleia Legislativa de São Paulo (Av. Pedro Álvares Cabral, 201).
Além de Plínio, estarão presentes no evento militantes, os parlamentares do partido e diversos intelectuais. “A convenção é a consolidação da candidatura e por isso é um fato importante. Eu espero que o evento seja caloroso e que participe o maior número possível de militantes, já que será um momento de preparação para participarem da campanha do PSOL”, afirma Plínio.
Apoio
Assim como ocorreu nem 2006, a candidatura do PSOL à Presidência da República nestas eleições se coloca como uma opção e uma necessidade à falsa polarização entre o PT e o PSDB/DEM, que têm na base de seus programas a salvação do capital diante da crise e ataques à classe trabalhadora. Nos últimos anos, o partido conquistou espaço e credibilidade, apontando essas semelhanças e fazendo oposição a esse projeto. Com isso vem aglutinando diferentes forças políticas e sociais.
Entre seus apoiadores está um grande grupo de intelectuais. A lista reúne mais de 40 nomes, muitos dos quais deverão estar presentes à Convenção. A intenção do PSOL é, além divulgar o apoio, convidar os acadêmicos para um diálogo, de forma que eles possam contribuir no debate programático do partido.





