Comissão de Constituição e Justiça aprova projeto do PSOL que regulamenta o imposto sobre grandes fortunas

Nesta quarta feira, 9 de junho, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei Complementar (PLP) 277 de 2008, da bancada do PSOL, que regulamenta o Imposto sobre Grandes Fortunas. Há mais de 20 anos previsto na Constituição Federal, até hoje ele não foi regulamentado, e por isso não é cobrado.

Assim, a carga tributária brasileira segue sendo uma das mais injustas do mundo: em 2008, ela atingiu 34,33% do PIB, sendo que os tributos sobre a renda do capital representaram somente 5,63% do PIB, e sobre o patrimônio somente 1,19%, o que é insignificante. São os trabalhadores e consumidores mais pobres que sustentam a maior parte da carga tributária.

O Imposto sobre Grandes Fortunas pode ajudar a reverter esta situação injusta, fazendo com que os ricos paguem mais, permitindo a redução dos tributos sobre a produção/consumo, beneficiando os mais pobres e fomentando a atividade econômica. O PLP 277 de 2008 faz parte da proposta alternativa do PSOL à Reforma Tributária apresentada pelo governo naquele ano, que não corrigia a injusta estrutura tributária brasileira, e ainda ameaçava as fontes de recursos da Seguridade Social.

Agora, o PLP 277 já segue para votação no Plenário da Câmara, e depois para o Senado.

* As informações são da liderança do PSOL.

Câmara deve vetar matrícula aos 5 anos

Correio Brasiliense
Isabel Vilela
Publicação: 21/05/2010 08:48

A proposta que antecipa para os 5 anos a idade de entrada de crianças no ensino fundamental não deve passar no Congresso. Aprovado no Senado, o Projeto de Lei nº 6755/2010 será rejeitado na Câmara, segundo o relator da matéria, deputado Joaquim Beltrão (PMDB-AL). O parlamentar antecipou seu voto em audiência pública realizada na Comissão de Educação e Cultura da Câmara ontem e se comprometeu a apresentar um substitutivo à proposta, fixando em 6 anos a idade de matrícula no ensino fundamental.

Professores, especialistas em educação infantil, gestores e o Ministério da Educação (MEC) comemoraram o anúncio do relator. Eles se manifestaram contrários ao projeto durante a audiência e avaliaram como positiva a discussão. “Quando se tem um debate com a participação de tantos atores como os que estiveram aqui hoje, o impacto é grande e o resultado, muito positivo. Vemos isso como uma grande vitória para a educação infantil e o ensino fundamental”, destacou a representante do Movimento Interforuns de Educação Infantil do Brasil (Mieib), Gizele Souza.

Para os especialistas, a matrícula de alunos com 5 anos no ensino fundamental traz danos irreparáveis para a construção de um projeto de educação no país e, principalmente, para o desenvolvimento das crianças. “Elas passam por um processo de crescimento que se dá em etapas. Queimar uma dessas fases é prejudicial ao desenvolvimento humano”, defendeu o representante da Rede Nacional Primeira Infância, Vital Didonet.

Autor do projeto de lei, o senador Flávio Arns (PSDB-PR) não compareceu à audiência, mas enviou um ofício aos integrantes da comissão propondo uma alteração no texto do PL. A mudança, no entanto, foi considerada insuficiente por representantes de entidades e deputados presentes, pois ainda permitiria a matrícula no ensino fundamental de crianças com 5 anos.

Para o MEC, o substitutivo ao projeto do Senado deve estabelecer que apenas estudantes que completem 6 anos até 31 de março daquele ano letivo possam ser matriculados no ensino fundamental, conforme determina resolução do Conselho Nacional da Educação (CNE), construída a partir do debate com mais de 40 entidades, e homologada pelo ministro da Educação, Fernando Haddad. “A resolução do CNE deve ser respeitada. Não podemos desconsiderar o fortalecimento dos conselhos, que são órgãos fundamentais para o desenvolvimento da educação”, ressaltou o diretor de Concepções e Orientações Curriculares para Educação Básica do MEC, Carlos Artexes Simões.

O ministério e alguns deputados também discutiram a necessidade de alteração do texto da Constituição que vem gerando confusões. O objetivo é deixar mais clara a redação que define a abrangência de cada etapa da educação básica. “Para a segurança jurídica, talvez fosse melhor alterar a Constituição”, disse o deputado Ivan Valente (Psol-SP). Para o deputado Wilson Picler (PDT-PR), uma das soluções seria definir a idade mínima para matrícula em números de dias de vida da criança e não em anos. “Sou a favor de que se use a precisão nesses termos.” De acordo com a comissão, o substitutivo que será apresentado pelo relator do projeto pode ser votado em duas semanas. Depois, volta para apreciação do Senado.

Juntos pelo fundo do pré-sal
Cerca de 3 mil estudantes organizaram, na manhã de ontem, em frente ao Congresso Nacional, um protesto com o objetivo de pressionar o Senado a aprovar a emenda que destina 50% dos recursos do Fundo Social para a Educação. A marcha foi organizada pela União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes) e contou com a participação da Associação Nacional dos Pós-Graduandos (ANPG) e da União Nacional dos Estudantes (UNE), autora da emenda ao Projeto de Lei nº 7, que prevê a exploração do petróleo na camada Pré-Sal. Para o presidente da Ubes, Yann Evanovick, a intenção do ato foi dar visibilidade à atual bandeira do movimento estudantil: “Nas últimas manifestações que fizemos, a nossa emenda ainda não estava no Senado. Agora que está tramitando, o nosso ato está mais forte porque a votação da emenda já está muito próxima e esse é o momento que temos para garantir o maior número de votos dos parlamentares”.

Audiência pública na Comissão de Educação debate capital estrangeiro nas universidades

A Comissão de Educação e Cultura (CEC) realizou nesta quarta-feira (19/05), audiência pública para debater o ingresso de grupos econômicos estrangeiros no controle de instituições privadas de educação superior no Brasil. Participaram o diretor da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), Antônio Carbonari Netto, a representante do Ministério da Educação, Maria Neusa de Lima Pereira, e o presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE), Augusto Chagas.

Para Carbonari, essa barreira pode impedir investimentos importantes que vêm sendo feitos na infraestrutura e no quadro docente das escolas privadas. O presidente da UNE reconheceu a importância das instituições privadas para a expansão do ensino superior no Brasil, mas defendeu que esses estabelecimentos não devem visar somente ao lucro. “A presença do capital estrangeiro no ensino brasileiro é, em última instância, a radicalização da visão de que a educação é apenas negócio – e isso não interessa ao País”.

O líder do PSOL, deputado Ivan Valente, destacou a importância do debate e lembrou que apresentou em 2003, Projeto de Lei nº 2138, que proíbe o capital estrangeiro nas instituições educacionais brasileiras com fins lucrativos. A proposta, sujeita a várias manobras do grupo detentores do capital, continua parada na CEC. O PL tem caráter conclusivo nas comissões e deve tramitar ainda nas Comissões de Finanças e Tributação e de Constituição e Justiça.

“Educação não é mercadoria. E as universidades não podem se sujeitar a imposições do capital privado estrangeiro”, afirmou. Para o deputado, as empresas que buscam entrar nas instituições de ensino querem é fazer negócios, não possuem um projeto educacional e, por isso, não primam pela qualidade do ensino, só no valor das mensalidades.

“O capitalismo não tem a mesma ideologia e um projeto de nação”, declarou Ivan Valente. Ele citou a Constituição Federal que, no artigo 205, afirma que a educação é um direito de todos e um dever do Estado e da família, e o artigo 209, que diz que o ensino é livre à iniciativa privada, respeitando-se a autorização e avaliação de qualidade.

O deputado disse ainda que a o governo federal, no ano de 2009, foi capaz de gastar 36% do orçamento para pagamento de juros e amortizações, mas para a educação destinou apenas 2,88%.

Com informações da Agência Câmara.

“Educação não é mercadoria. E as universidades não podem se sujeitar a imposições do capital privado estrangeiro”, afirmou. Para o deputado, as empresas que buscam entrar nas instituições de ensino querem é fazer negócios, não possuem um projeto educacional e, por isso, não primam pela qualidade do ensino, só no valor das mensalidades.

Audiência pública Comissão de Educação – obrigatoriedade de matrícula aos 5 anos

Debate sobre o Projeto de Lei nº 6755/2010, do Senado Federal, que “altera a redação dos artigos 4º, 6º, 29, 30, 32 e 87 da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que ‘estabelece as diretrizes e bases da educação nacional’, dispondo sobre a educação infantil até os cinco anos de idade e o ensino fundamental a partir dessa idade”.

(Requerimento nº 319/2010 – dos Deputados Ivan Valente, Pedro Wilson, Angelo Vanhoni, Maria do Rosário, Nilmar Ruiz, Fátima Bezerra e Paulo Rubem Santiago.)

CONVIDADOS:
Representante do Ministério da Educação;
Representante da UNDIME União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação;
GIZELE DE SOUZA
Representante da MIEIB – Movimento Interfóruns de Educação infantil do Brasil e Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação (Anped);
LISETE REGINA GOMES ARELARO
Diretora da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo;
VITAL DIDONET
Representante da Rede Nacional Primeira Infância.

Presidente da Câmara recebe farmacêuticos

Página da FENAFAR
12/05/10

Num dia de intensas atividades em Brasília, os farmacêuticos e estudantes de farmácias reunidos na manifestação chamada pela Fenafar realizam uma caminhada pela Esplanada dos  Ministérios, foram recebidos pelo ministro das Relações Institucionais, ocuparam a galeria da Câmara dos Deputados e tiveram um encontro com o presidente da Câmara, Michel Temer.

A luta dos farmacêuticos é para que seja votado e aprovado o PL 4385/94 que transforma a farmácia em estabelecimento de saúde. Michel Temer que recebeu a Fenafar no final da tarde, disse que apóia o projeto e vai trabalhar para que entre na pauta. Ele destacou que é de fundamental importância que a Fenafar e todas as entidades que defendem o projeto devem conversar com os deputados, particularmente com os líderes das bancadas, e conseguir a compromisso de todos com a votação do projeto.

“Vamos intensificar esta semana o contato com os deputados e, principalmente, com os líderes partidários para garantir o apoio de todos e, assim, fazer com que a próxima reunião do colégio de líderes, na próxima terça, inclua o nosso projeto na pauta de votação”, reforçou a presidente da Fenafar, Célia Chaves. Ela destacou, ainda, que todos os sindicatos, entidades estudantis, conselhos e outras entidades que apóiam o substitutivo do deputado Ivan Valente entrem em contato através de e-mail, fax, telefonemas e até audiências com os deputados para potencializar a mobilização. Clique aqui e acesse a lista de todos os líderes da Câmara. Envie sua manifestação e exija o apoio do seu parlamentar.

O deputado Ivan Valente (PSol/SP) falou da importância da mobilização da Fenafa. “Estamos aqui relembrando que há exatos 13 anos nós aprovamos, na comissão de Defesa do Consumidor esse substitutivo, depois de uma audiência pública com mais de 500 pessoas e  mais de 3 mil pessoas neste gramado exigindo a aprovação do proejto”, relembrou enquanto falava aos manifestantes durante o ato que a Fenafar promoveu do lado de fora da Câmara.

Valente disse é hora de “fazer votar o substitutivo e garantir o direito do povo brasileiro a uma assistência farmacêutica integral. É isso que estamos discutindo. Esse projeto tem unanimidade em toda a área de saúde pública no Brasil, tem apoio do Ministério da Saúde e da Anvisa, mas por razões escusas ele não consegue ser votado. Não se trata de um proejto coorporativo, embora ele exija a presença do profissional farmacêutico na farmácia. Ele garante essa presença, porque isso é um direito do cidadão. Nosso projeto define que a farmácia é um estabelecimento sanitário, ponto de linha do sistema de saúde, o que configura um grande avanço da saúde pública. Sua aprovação é uma espécie de lei orgânica da farmácia e vai impedir que outros projetos que tentam transformar o medicamento numa mercadoria sejam eliminados. Essa manifestação é importantíssima para ajudar a garantir a sua aprovação”, concluiu.

Última atualização ( 13/05/10 )

Farmacêuticos se mobilizam pela regulamentação da atividade

Da Agência Câmara
12/05/2010

O presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB/SP), recebeu nesta quarta-feira (12/5) profissionais do setor de farmácias, acompanhados dos deputados Ivan Valente (PSOL/SP ), Alice Portugal (PCdoB/BA), Wanessa Graziotin (PCdoB/AM), Chico Leite (PCdo/CE) e Arlindo Chinaglia (PT/SP). O grupo pediu ao presidente a inclusão na pauta de votações do Plenário, antes do recesso parlamentar de junho, do Projeto de Lei 4385/95, que dispõe sobre a fiscalização das atividades farmacêuticas.

A deputada Alice Portugal, que preside a Frente Parlamentar em Defesa da Assistência Farmacêutica, lembrou que o projeto tramita há 13 anos na Casa e está pronto para votação. “A requalificação dos estabelecimentos farmacêuticos é imprescindível para que se tornem, efetivamente, instrumentos de assistência à saúde da população”, defendeu.

Segundo Ivan Valente, o PL 4385/95 foi acolhido como prioritário em reunião de líderes realizada recentemente. “Além do apoio dos líderes, o Ministério da Saúde e a Anvisa declararam-se favoráveis ao projeto. Trata-se de um avanço social que vai estabelecer praticamente uma lei orgânica das farmácias”, argumentou.

Wanessa Graziotin destacou que as farmácias passaram a vender alimentos e até bebidas alcoólicas, desviando-se do papel de oferecer assistência terapêutica integral de proteção e recuperação da saúde.

A presidente da Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), Célia Chaves, disse que as farmácias devem seguir princípios e diretrizes do Sistema Único de Saúde. Segundo ela, com a aprovalção do PL, as farmácias irão se integrar definitivamente ao SUS e, assim, cumprir o papel de prestação de serviços de interesse público.O PL 4385/94, entre várias disposições, regulamenta a lei 5.991/73, que obriga as farmácias e drogarias a oferecer assistência de técnico responsável inscrito regularmente no Conselho Regional de Farmácia.

Michel Temer observou que a pauta do plenário está trancada por sete Medidas Provisórias. “Temos que desobstruir a pauta para votar projetos de lei. Depois de destrancada, levarei à consideração do Colégio de Líderes na primeira reunião que houver”, afirmou.

Leia mais sobre o projeto que regulamenta a assistência farmacêutica:

Projeto de Lei da Assistência Farmacêutica Integral entra na pauta da Câmara
Pela votação imediata do PL da assistência farmacêutica integral

Combate à corrupção avança com aprovação de projeto Ficha Limpa na Câmara

O Plenário da Câmara dos Deputados concluiu nesta terça-feira (11/05) a votação do projeto Ficha Limpa. O substitutivo do deputado José Eduardo Cardozo (PT-SP), aprovado na semana passada, foi mantido, impedindo as candidaturas de pessoas condenadas pela Justiça em decisão colegiada por crimes de maior gravidade, como corrupção, abuso de poder econômico, homicídio e tráfico de drogas. Um acordo entre as lideranças partidárias viabilizou a rejeição de todos os destaques apresentados, e a matéria segue agora para o Senado.

O texto também amplia os casos de inelegibilidade e unifica em oito anos o período durante o qual o candidato ficará sem poder se candidatar. Atualmente, a lei prevê inelegibilidade somente para as condenações finais (transitadas em julgado), e os prazos variam de 3 a 8 anos. As condenações que podem gerar inelegibilidade são aquelas para crimes com penas maiores que dois anos de privação de liberdade e em situações nas quais houve dolo (intenção de praticar o ato).

Segundo o substitutivo, o candidato poderá pedir efeito suspensivo para o recurso que apresentar contra uma decisão colegiada, mas isso dará mais rapidez ao processo, que terá prioridade de julgamento. Se o recurso for negado, será cancelado o registro da candidatura ou o diploma do eleito. O PSOL votou contra o recurso suspensivo, por entender que ele abre uma brecha significativa para candidatura daqueles condenados em segunda instância. No entanto, a emenda obteve apenas 44 votos e foi derrotada.

O projeto aprovado ainda inclui, na Lei Complementar 64/90, a renúncia para evitar processo de perda de mandato como um dos motivos para tornar o político inelegível. Isso valerá para os titulares do Executivo e do Legislativo em todas as esferas (federal, estadual, distrital e municipal).

Para o deputado federal Ivan Valente, a aprovação do Ficha Limpa na Câmara simboliza uma vitória da participação popular na defesa da ética na política. O projeto, de iniciativa popular, teve cerca de 1,6 milhão de assinaturas colhidas pelo Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral. A proposta popular previa que qualquer condenação, mesmo em primeira instância, tornaria o candidato inelegível. Porém, a maioria dessas decisões é tomada por apenas um juiz, o que poderia gerar perseguições em regiões onde o poder econômico ou político influencia julgamentos.

“Comemoramos o resultado da votação. O PSOL foi um dos primeiros partidos subscritores do projeto, quando ele chegou à Casa; participamos da Comissão Especial, que aprimorou significativamente o texto; fizemos todos os encaminhamos com o movimento social, para garantir a aceleração da votação do projeto em plenário; e fomos o partido que realmente foi para as ruas coletar apoio ao Ficha Limpa. Agora, é hora de manter a mobilização para garantir a aprovação no Senado em tempo hábil do Ficha Limpa entrar em vigor nas eleições deste ano”, afirmou Ivan Valente.

Reforma Política

O projeto Ficha Limpa, no entanto, não dá conta da integralidade da reforma política que deveria ter sido aprovada pelo Congresso Nacional. O fim do financiamento privado de campanha – a raiz da corrupção em nosso País – e o estabelecimento de um teto para gastos de campanha não foram aprovados. Desta forma, o poder econômico segue incidindo duramente sobre o processo eleitoral, comprando votos e cabos eleitorais.

“Passadas as eleições, grandes empresas e toda sorte de articulações de interesses, de olho nos cofres públicos, vão cobrar a fatura do candidato eleito, colocando interesses privados acima do público”, acredita Ivan Valente.

Para o deputado, felizmente, o Tribunal Superior Eleitoral definiu que, a partir deste ano, os partidos terão que divulgar a origem dos recursos repassados a candidatos nas campanhas eleitorais, proibindo assim as doações ocultas. “O povo terá direito de saber, assim, quem está financiando que candidatos. Os grandes partidos, uma vez mais, criticaram a medida. Em defesa da transparência, o PSOL apoiou a decisão da Justiça Eleitoral”, concluiu.

Clique aqui para ver as fotos do último Mandato na Rua em defesa do Ficha Limpa.

* Com informações da Agência Câmara.

fichalimpapaulista070510 Ivan Valente volta às ruas em defesa da aprovação imediata do projeto Ficha Limpa

Texto principal do projeto Fichal Limpa foi aprovado na última terça-feira (04/05) na Câmara dos Deputados. Além da votação das emendas na Câmara, projeto ainda precisa passar pelo Senado até o dia 5 de junho para estar em vigor no processo eleitoral deste ano.

Em defesa da aprovação imediata e definitiva do Ficha Limpa, o Mandato Popular Ivan Valente voltou às ruas de São Paulo nesta sexta (07/05) para coletar assinaturas da população.

“Aprovar o Ficha Limpa é um ato de resgate do Congresso Nacional e uma obrigação dos partidos políticos com a sociedade brasileira. É uma proposta pedagógica para os próprios partidos, para garantir um salto de qualidade e o respeito ao interesse público na representação popular. Algo que contribuirá para que seja feita uma triagem daqueles que vão receber o voto do povo e representar um programa para o país”, disse Ivan Valente.

Veja abaixo as fotos da atividade realizada na Avenida Paulista.

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