Juízes e procuradores do MPF apontam atrocidades da “reforma” trabalhista

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, aprovou pedido de urgência para a reforma trabalhista, com manobra digna de Eduardo Cunha, refazendo a votação após perder um dia antes. Uma proposta que desmonta a CLT em mais de cem itens, que precariza as relações de trabalho, não pode avançar sorrateiramente, sem a devida discussão com a sociedade. Não à toa, juízes e procuradores do Ministério Público condenam com veemência mais esse ataque contra os trabalhadores.

“São criadas/ampliadas novas formas de contratos de trabalho precários, que diminuem, em muito, direitos e remuneração, permitindo, inclusive, pagamento abaixo do salário mínimo mensal, o que concorreria para o aumento dos já elevados níveis de desemprego e de rotatividade no mercado de trabalho”, diz trecho da nota, assinada pela Frente Associação da Magistratura e do Ministério Público (Frentas), que representa mais de 40 mil juízes, promotores e procuradores.

 

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